sábado, 14 de fevereiro de 2009

Conflitos...

Enquanto o cursor pisca, os pensamentos começam a se mover em minha mente. A caneta, ansiosa para tocar a tela, é detida pelas mãos, que aguardam autorização do cérebro para que possam iniciar a obra.

A tela, por sua vez, espera ansiosamente receber todas as informações e desabafos do consenso entre aquele coração e aquela mente aprisionados.

Este intervalo existente entre a caneta e a tela, é o que chamamos de tempo. Tempo que separa o sentimento de sua exposição, que aumenta a intensidade do sofrimento e da esperança. Esperança de que tudo se resolva... se esclareça.

Aquela pequena distância, que poderia ser inexistente é a causadora de tanto conflito entre o coração e a mente. Um jogo de "achismos". A resolução para aquele problema estava no simples contato entre o que quer falar e o que está disposto a ouvir. O que quer aceitar e o que aceita relevar.

Dessa forma, nossos corações e mentes gastariam menos os seus tempos em conflitos, e investiriam mais em harmonia. O cérebro não seria o principal administrador das situações. E as situações seriam naturais, resultante do consenso entre o coração e a mente, o emocional e o racional.

1 comentários:

Priscila disse...

Meu presente!!! Eu adoro vc, cada dia mais e mais... e tenho o maior orgulho do mundo de estar ao seu lado e de dividir momentos únicos com uma pessoa tão maravilhosa que é vc! Esse texto me lembra coisas tristes que eu não quero que aconteça nunca mais... Te quero pra mim...
beijos